quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

APENAS MEU JARDIM E O SOL.

O Catito é parte do jardim...



Visto da rede.
Ali em cima do muro tem um pequeno pássaro.


Suculentas.
O banco que eu fiz.





O céu azul , que Deus fez...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

A RESISTÊNCIA PSICANALÍTICA

Estando em meio a grave processo de perquirição psicológica, me chega as mãos um pretenso livro de soluções financeiras(mas é muito mais que isso), e eu em despretensiosa leitura por tema tão incomum sou totalmente pega de surpresa; o autor me colocou de frente a difíceis enfrentamentos com o ego.
Usando a célebre frase de Young: " Até que você torne consciente a inconsciência, a inconsciência direcionará sua vida e você chamará isso de destino"ele me desafiou. Aceitei o desafio e prossegui.
Para vencer as forças de um destino desastroso e confuso ele pede que você entenda suas motivações profundas, escondidas por detrás de possíveis sonhos materiais, como um carro novo por exemplo. Por detrás desse carro de fato escondo a necessidade de conforto e segurança.
Daí ele leva você a se perguntar:- por quê estou me sentindo insegura e desconfortável?
Esclarece que esse desconforto, vem de desconhecidos embaraços da alma, que acabam se projetando no mundo exterior, boicotando qualquer realização de sentido progressista.
Deixei o livro de lado e fui trabalhar a alma...
Tenho refletido muito nessas lembranças e até com uma coragem heróica, tenho tentado visitá-las, tento fazer uma espécie de linha do tempo, voltando as reminiscências mais antigas e mais do que fatos, tenho buscado"me ver" naquelas ocorrências, perceber de novo como eu via o mundo, como eu agia, que espécie de criança, jovem e adulto eu fui.
Com isso tenho sofrido grandemente de angústia e dúvida, angústia pela rememoração e dúvida quanto ao que fazer com todo esse material mnemônico.
É um trabalho árduo , exige persistência e coragem, mas quando há vontade e firme propósito o universo conspira a favor...
Hoje estava eu procurando em um livro antigo de medicina(ah! como eram boas as publicações antigas...)por um outro assunto, vagotonia, e eis que me deparo com um título nunca antes registrado por mim, já que folheio este livro desde a minha infância. O título " A Resistência", artigo sobre psiquiatria me atraiu e lendo-o me fez entender outros meandros da questão.
A frase introdutória de um parágrafo: " A resistência é arma secreta do ego", me deixou atenta. Explica o artigo que na associação livre de fatos usados para investigação e possível identificação do problema, a resistência se coloca aí exatamente no limiar do inconsciente não nos permitindo acesso, daí ficarmos paralisados em suspenso.
Freud dizia que essa "arma"era usada para proteger o indivíduo da angústia advinda da carga de recordações desagradáveis. Mas...
Mas eu me pergunto, como vencê-la, pois é preciso acessar as recordações para deslindar o processo da angústia paralisante? Como?
Mais adiante no lúcido artigo vem esta afirmação encabeçando novo parágrafo:ASSOCIAÇÃO VENCE-
Animada, pois que vi aí uma saída, me encantei com o parágrafo a ponto de transcrevê-lo na íntegra.
"A associação livre que proporcionou o descobrimento das resistências é a mesma que permite ao indivíduo vencê-las paulatinamente. Quando esta falando sem restrições, o paciente sempre deixa escapar algumas "pontas" das situações encobertas pelo mecanismo de defesa. Com a ajuda do analista, o indivíduo consegue identificar os fatos( que conduziram aos sintomas neuróticos) e discutir seus efeitos para alcançar a cura."
DISCUTIR OS EFEITOS...
Entrar onde esse guardião de pedra , vigia a porta com veemência, já me pareceu ousado, assistir e revivenciar o conteúdo por detrás da porta do consciente já tem sido doloroso. Agora sinto que preciso de uma coragem e um querer fortíssimos para "discutir" os efeitos desse material, tentar achar as pontas e no rastro delas me curar.
Um amigo dizia que curar é por a pessoa de pé, andar é obra individual.
Conto hoje como agentes dessa cura tão buscada , com meu sincero desejo de evolução, a lucidez do Cristo, me orientando os sentimentos com segurança e com os apontamentos desse gênio a quem tanto devemos, Dr. Freud
Agora sei.
Curarei-me.
Ficarei de pé.
Depois caminharei.
Para onde?
Creio que para a luz imorredoura da razão e do bem.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

GALO DE BARCELOS -PORTUGAL-



Sou uma incorrigível apaixonada por Portugal.Tudo sem exceção me encanta no povo português, hábitos , costumes, a música, a comida, o falar, o casario...
Tudo em Portugual parece guardar uma aura de tradição.Nem consigo imaginar um Portugal "giro"; gíria portuguesa para legal.
Esses costumes sempre me rondaram a experiência, aos 13 anos, tendo que presentear um professor no final de ano da escola, o que eu escolhi? Um galinho Português. Algo bastante incomum para minha idade, ainda mais morando no interior de Minas Gerais, aliás acho que é isso, Minas Gerais é lugar que mais conservou os costumes lusitanos.
Em outra ocasião vendo Discovery com meus filhos, começou um programa com imagens de Algarve, instantaneamente comecei a chorar,de uma saudade sufocante que há muito precisava de seu imaginário visual para se expressar.
O tempo vai passando e continuo a amar Portugal, por esses blogs vim a conhecer uma doce portuguesa, que me presenteia com lindas chitas portuguesas, meu coração exultante com tão rico presente, tem dó de usá-las, parece que elas não podem ser gastas, são um amor guardado em caixa de tecidos especiais.
Uma outra amiga me presenteia para enfeitar minha cozinha, sabendo ela que sou amante da língua portuguesa e sendo ela uma espetacular professora de língua portuguesa, me presenteia com um galinho português.Sempre está ele lá, a me olhar do armário da cozinha. Até que um dia fui saber dele.
Lenda do Galo de Barcelos
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Galo de Barcelos.
A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.
Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos.
Na verdade se chama galo de Barcelos, uma história linda, quiça uma verdade...
Então evoluindo nos meus mundos internos, escrevo esse post de hoje em homenagem a PORTUGAL, que embora eu não viva por lá nessa oportunidade reencarnatória, tenho por certo e minha alma o diz, que já vivi em terras lusitanas em outros tempos.
Está aí então, minha sinceríssima homenagem ao povo português, embora a mídia diga que não , pra mim Portugal é o lado bom da Europa, pois que é um povo afetuoso , haja visto a marca de afetividade que nos legaram sendo nossos colonizadores.
Obrigado Pedro Álvares Cabral!
Já imaginaram se fôssemos colonizados pelos ingleses? Viram por quê agradeço aos nossos colonizadores? Sociólogos à parte, a experiência foi muito rica, tanto que nos fez um povo admirado por nossa alegria e nossos costumes...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

AUTO ESTIMA.


Hoje estou com um tempinho sobrando e resolvi dar uma relida em meus posts antigos.
Me veio uma pergunta surgida do mais profundo do meu ser:-Por que eu deixei por tanto tempo as pessoas me massacrarem com tanta desumanidade??????
Não consigo ainda ter alcance mental para compreender por qual motivos as pessoas ditas normais, tem essa estranha compulsão por esmagar psicologicamente as pessoas ditas diferentes.
Hoje estou fazendo um resumo importante das minhas atividades intelectivas.
Observei que quase não escrevo mais, por causa do vazio que sempre veio do outro lado do monitor. Conclusão: afinal de contas eu preciso da aprovação dos outros pra quê?
Deixo as pessoas dizerem que nem tudo se consegue estudando, e dessa forma me magoam profundamente, por que o fato de eu gostar de estudar e de ter imenso prazer em dividir minhas conclusões com os outros na esperança de que , ao verem uma ideia se formando com mais clareza em suas mentes , possam ter por sua vez vontade de estudar,só revela que gosto de compartilhar.
Lembrando que não sou limitada ao ponto de pensar que só se estuda em livros.
Há a vida e tudo nela é digno de estudo. TUDO!
Meu objetivo para esse novo ano que se iniciará é: Gostar de mim.
Me aprovar, me valorizar. Usar essa nova visão para me fortalecer e assim poder auxiliar mais os outros nessas buscas pessoais.
Quero fazer do tempo , meu colaborador e não meu descontinuador de atividades.
Quero sorrir mais,quero andar mais à pé, de bicicleta, quero dançar mais.
Nos últimos 6 meses tenho apenas trabalhado exaustivamente e colecionado maus tratos psicológicos por parte das pessoas que não me compreendem e de quebra não gostam de mim.
Outra conclusão importante: Não sou eu que sou esquisita!
Esquisito é quem não respeita os outros de várias formas, é que rotula os outros, é quem julga os outros partindo de paradigmas enganosos e muito pessoais.
Desculpem por esse post meio desabafo, mas eu andava precisando dele, e principalmente de ver essas idéias em forma de letrinhas à minha frente, precisava materializar essas conclusões, talvez para revisitá-las, quando me sentir enfraquecida.
Então está aí, se acredito nessa evolução em dois mundos, nesse mundo aqui , nada transcendente,vou querer evoluir com consciência de quem eu sou, e não do que os outros dizem que eu sou.
Que tenhamos dias novos , com doses de auto descobrimento e principalmente de AUTO AMOR.
Só assim consigo conceber uma foram de amar mais a humanidade , me amando com consciência.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

ANJO DE NATAL DE COADOR MELITTA











Este delicado anjo de papel, eu encontrei ano passado em um blog estrangeiro(nem sei de onde).
Mas eles lá usavam outro modelo de coador, então eu adaptei para os nossos coadores Melitta.
Segue aí o passo a passo de como fazer:

Você irá precisar de 4 coadores de papel, tesoura, uma bolinha de algodão, cola de bastão e cola quente.
Corte as beiradas de 3, dos 4 coadores.
Passe a cola em bastão para emendar 2 deles.
Ficará assim.
Agora vire o coador que você não cortou, pelo avesso, assim, ajustando bem os cantos.
Coloque a bolinha de algodão lá dentro e amarre com linha ou cordão.
Passe cola quente nas bordas daquela saia que você havia colado.Dê uma amassadinha para formar os gomos da saia do anjo e cole a cabeça do anjo por sobre a saia.

Pegue agora o terceiro coador, que você cortou e faça as asas assim:
Pronto! Agora é só colar nas costas do anjo com um pinguinho de cola quente.
Ano passado, eu dependurei na varanda onde passaríamos a noite de natal.
Este ano talvez eu os dependure em fios de nylon sobre a mesa de ceia natalina.
Então está aí uma dica simples para tornar o natal mais " angelical".
Isso é evoluir em aptidões de como fazer algo simples e corriqueiro, se transformar em enfeites para suas comemorações.

domingo, 30 de outubro de 2011

O RATO HIPPIE-UMA CRÔNICA-


Nosso amado cronista, Fernando Sabino, dizia em um de seus contos que toda casa deve ter um buraco negro, onde desaparecem as coisas e nunca mais a achamos.
Aqui em casa eu achei o provável dominador do buraco negro: O rato.
Num belo dia de calor resolvi limpar minha lava louças , e para tal a levei para o quintal liguei a mangueira d'água e munida de sabão comecei. Achando que precisava lavar-lhe as entranhas:por que será que temos essa mania cirúrgica de desentranhar as coisas?
Resolvi então pegar uma chave de fendas e abrir-lhe o fundo, uma intuição me indicou afastar-me um pouco, abri e o rato pulou em mim e depois de um grito dantesco, ele correu como um corisco pelo quintal e jardim, eu o persegui num sanha enlouquecida, não sei de indignação ou um oculto espírito dizimador se apoderou de mim. Mas aí o danado tinha que mostrar sua performance?
Ao ver seu corpinho gordinho,em forma de gota, subir pela parede tentando achar uma brecha para entrar na casa, me desarmei, me emocionei ao ver a força do impulso de vida e sobrevivência que dominava aquele ser tão pequeno, filosofei um pouco sobre a Criação Divina e essa Graça de dotar todos os seres do mesmo instinto básico,de sobrevivência.
O rato correu dali, não achando a tal da brecha, e eu voltei à realidade e me pus a perseguí-lo agora com menos gana, mas na intenção de expulsá-lo do meu quintal.
Aí o danadinho pára na mureta do jardim, ergue-se, junta as mãozinhas em súplica, me olha dentro dos olhos e pende a cabeçinha para o lado,pronto, estava acabada toda minha sanha assassina.
Já em outra frequência mental me dirigi ao rato exatamente nesses termos:-Irmão rato, por favor vai embora da minha casinha, eu não quero matar você, ademais você é tão lindo tão..e deixei cair uma lágrima( agora vejam se é possível um atitude dessas?).
Continuando:-Olha tudo isso que nós estamos passando agora é culpa do Senhor Walt Disney, que foi colocar avental, lençinho e coletes nos camundongos, agora eu não consigo vê-lo como uma ameaça terrível.
Enquanto eu discursava ele virava a cabeçinha ora para um lado , ora para o outo dando a perceber que participava de alguma forma daquela conversa inusitada.
Eu continuando supliquei:- pelo amor de Deus vai embora, viver livre com os outros ratinhos, porque você pode trazer doenças muito ruins para minha família, chispa daqui, xô vai embora, fiz isso mexendo com as mãos para que ele entendesse que era o fim do diálogo, ele se virou deu um pulo fantástico e se escondeu nos buracos de uns tijolos.
O Catito, meu gato que a tudo presenciou, apenas olhou para o atleta do salto ,olhou para mim e fez :-Miá, ele quando está podre de preguiça nem acaba de pronunciar o miau, veja só o que eu fui arranjar.
Dando o caso como resolvido voltei para a lava louças, feliz pelo resultado da minha pretensa doutrinação do sujeitinho...
Em seu ex esconderijo eis que encontro : uma tampinha de vasilha plástica, 80cm de cordão,a haste de um cotonete, um bolo de algodão(os do cotonete) papéis picados e pêlos.Sinais do buraco negro.
Passou uma semana ele se instalou no meu fogão, deixando um pavoroso cheiro de urina, tive de tirar o fogão para o lado de fora e de novo desmontar as entranhas do aparelho e limpar e mais uma vez tentar expulsá-lo.
Pensaram que ele desistiu? Não!
Foi pra a máquina de lavar roupas , esse trecho beira uma odisseia pós apocalíptica, o caos se instalou de tal forma na lavanderia que nem contando seria possível visualizar a cena. Como era dia de passar roupas, a tábua de passar estava com uma pilha de roupas limpas a espera do ferro, ao arrastar a máquina par expulsar o rato, quebrei o cano de entrada de água e para tampar o estampido forte e o aguaceiro que saía do cano, empurrei a tábua que foi para o chão com roupas limpas e tudo.
Nesse momento fui dominada por uma incontrolável surto de fúria, agora eu iria matá-lo.
A água escorreu pelo chão atravessou a cozinha e veio para a biblioteca, molhou os transformadores dos computadores e alguns tecidos que por ali estavam, numa luta insana, fui arrastando tudo levantando o que era possível e entre gritos de fúria e imprecações de ódio pelo famigerado rato, consegui com a ajuda bendita da Rose minha vizinha, fechar o registro de água, e devagar limpar o caos, lembrando que a geladeira gigante veio parar no meio da cozinha, pois o louco tentou esconder-se lá, as cadeiras estavam pelo chão molhado, tudo caído na voragem da minha fúria caçadora.
Por fim vimos o maldito ir para o quintal, pensei que não o veria mais pois ele deve ter sentido que o clima estava pesando para o lado dele.
Terminamos de colocar o mundo molhado em ordem, não achava técnico para religar a máquina , portanto de registro desligado ficaria sem água,como consequência da fúria surgiu uma solução em minha mente(essas coisas devem advir do instinto de sobrevivência, soluções no meio da fúria e do caos).Consertei eu mesma o registro, com um adaptador de mangueira de jardim.
Detalhe de terror, eu havia borrifado um veneno para pulgões de jardim nele, vejam aonde pode ir parar a insanidade humana, ele foi para o jardim e eu fiquei intoxicada com a boca e o nariz dormente, liguei para o controle toxicológico da embalagem do veneno, isso depois de xingar até os deuses do olimpo pois não a encontrava,quando consegui, me disseram para tomar água com bicarbonato que era uma intoxicação leve, que não me preocupasse.
Agora tudo era paz e cansaço,até o dias subsequentes.
Ele resolvera me enfrentar , não foi embora e dominou a casa por uns 5 dias, em tudo via sinais de suas patinhas, seus cocozinhos, aquele cheiro pavoroso e...
A dispensa de comidas! Foi invadida.
Como descobri?
Desse evento lhe veio o apelido de rato hippie, ele furou o saco de açúcar mascavo e se deleitou com a guloseima, antes ele já havia comido entre todas as frutas da fruteira , inclusive outras qualidades de banana, a única que era de uma penca de bananas ORGÂNICAS!!!!
Estão achando pouco? Outa manhã e o assalto foi no saco de... farinha integral!
O desgraçado do sujeitinho além de me arruinar a semana, a máquina, botar por terra meu pressuposto de que o amor resolveria tudo, agora comia a mesma comida que eu havia comido e não comeria mais , pois a cada assalto, uma coisa ia para o lixo.O Infeliz era alternativo!Isso é possível?
Resolvi então baixar o nível da relação ente nós dois e comprei...O VENENO!!!!!
coloquei dentro da banana, e... o ordinário... comeu as outras, estou falando sério! Ele agia de caso pensado.
Então cai na baixaria, então é guerra?
Peguei uma super fatia de bom queijo, polvilhado de parmesão de primeira, já deu para perceberem que o sujeitinho tem paladar requintado, fiz umas ranhuras na fatia, enchi de veneno e servi-o.
Tres horas depois a cena: migalhas de queijo mastigado, veneno esparramado, o repasto foi daqueles, e eu ria uma risada de loucos daqueles de filmes dos anos 40,minha vingança estava consumada.
O bandido, miserável sumiu de vez, deve ter ido morrer onde eu tinha indicado no meio de meu diálogo Franciscano, do lado de fora da minha casa.
Conclusão: Não subestime a inteligência de um rato, hippie ou não eles tem um a persistência aterradora. Nunca se deixe emocionar pelo estado de exclusão que aparentemente um rato tem, ele não se sente excluído de sua casa, ele quer é excluir você do paraíso de delícias que ele descobriu.
Morto o rato me senti vitoriosa, mas uma coisa é certa...
Jamais aquele olhar suplicante , naquele diálogo inolvidável, sairá dos aquivos de minha memória...
Acho que naquele momento eu amei muito aquele serzinho tão lindo, forte e determinado.
Era meu irmão, por mais que fosse uma praga, era meu irmão...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

LAVANDA.


Esta nova planta irá morar em meu jardim em breve!
É uma mudinha de Lavanda, doada com carinho pelo Denis.
Em breve sei que terei lindos e perfumados cachinhos azulados enfeitando o jardim.
Primavera, flores...
A lavanda me inspirou e vou bordar uns raminhos em uma bolsa para minha irmã, quando terminar, postarei fotos da bolsa.
Obrigado pelo carinhoso presente!